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A Montanha do Respeito

Queridos, a fé, de fato move montanhas – seja ela no quê ou em quem for. Mas, antes de movê-las, a fé (deve) move(r) o coração. Talvez, o coração seja a única montanha que precisa ser movida. Porque é através do amor. Pelo amor. Com amor.

Se tem uma verdade que acredito ser universal, é esta: de nada vale nessa vida um coração ressentido, vaidoso e odioso. Ele pode ser escuro, vazio, distante e até falho, mas não desrespeitoso. (Aliás, não me cabe dizer o que ele pode ser ou não, não é mesmo?).

Fé é acreditar não somente que pode acontecer. Ou que aquela utopia se tornará realidade. Fé é acreditar (e viver) no amor.

Quando falamos em amor, é intrínseco falarmos de respeito. Falta um bocado de respeito. Respeito com o bom moço de família. Respeito para o rapaz que não quer formar família. Respeito àquele cara solteiro muitos anos. Respeito àquela menina com vários relacionamentos. Respeito com o homem que sustenta a casa. Respeito com a mulher que sustenta a casa. Respeito com aquela garota que tem vários filhos. Respeito com a moça que não quer ter filhos. Respeito ao que escolhe e com quem resolve não escolher. Respeito para quem disse “sim” e para quem disse “não”. Respeito aos que são religiosos. Respeito aos que não fazem parte de nenhuma religião. (E a lista continua).

Inclusive, muitos dizem que os religiosos têm a mente fechada, mas eles mesmos se contradizem. Pois quem tem mente fechada é quem não sabe respeitar.

Veja: não se trata de aceitação, mas respeito.

Fé, amor e respeito. Estas palavras podem andar juntas sim, por mais estranho que possa parecer pra você. Retificando: Você só irá mover montanhas, se respeitar o outro e a si mesmo.

Essa discussão continua no meu segundo livro, “A Construção do Olhar”. Você pode ler/baixar gratuitamente por este link direto: bit.ly/aconstrucao

 

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