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Porque o olhar constrói argumentos. Quais são os seus?

O e-book A Construção do Olhar é um anúncio de novas revelações, (re)descobertas e a manifestação de suas palavras. Aos amigos que têm me acompanhado neste raciocínio desde o início da concepção do projeto, já agradeço cada um. A proposta é ser curto, então aqui trago uma síntese de tudo o que você irá ler.

No final de 2015 iniciei uma incansável pesquisa. Ela surgiu em meus rascunhos com a necessidade de pontuar conceitos que já converso no primeiro e-book. Mas lá no primeiro, por ser autobiográfico, trata-se de minha experiência; a abordagem por um único olhar. Agora, a visão é macro. E junto a esta extensão, reflexões de textos expostos nas mídias sociais, os lugares que estive e pessoas que conheci. Pessoas. O novo e-book é sobre elas.

A maioria das pessoas saem nas ruas e vêm carros, edifícios, becos, vitrines. Eu as vejo.

É uma breve reflexão. O início de suas próprias reflexões. O prelúdio do que você poderá estabelecer em sua rotina. Como você tem encarado seus próprios prólogos e intuições.

Conversaremos sobre esteriótipos, o ideal e aceitável. O que queremos e o que podemos. Beleza e feiura. As ondas e desondas de influências externas, as que criamos e as que por várias razões, passamos a diante. Os discursos do sentido ou compreensão de como estamos assistindo e sendo assistidos. Acreditar e deixar de acreditar. Acreditar em novos conceitos. Desfazer-se do acreditar. Refazer cores e velejar por lugares focados e desfocados. Deixar o norte e sul de lado por um tempo, e desbravar o leste e o oeste.  O que está do lado, mas que não é visto – por isso o desfocar-se. O que está de lado. Porque nem tudo está em frente, à frente, de frente. Articula propostas críticas de desconstrução imagética e estética, arte, cultura, sexo, religiões. Questiona os padrões estabelecidos nos cenários que utilizam destas ferramentas como mercado, influência, tendência e amplificação de conceitos.

As pessoas não precisam ser iguais às outras – não há beleza na monotonia, mas na diversidade. Há beleza na desarmonia. Somos complexos e paradoxais. E somos humanos. E há ainda certa beleza no que é dito como “sujo”, “ruim”, “feio”, “errado” e “malicioso”. Vamos explorar manuais, vertentes, linhas e escolas de pensamento – as opiniões serão multidisciplinares -; discutir perspectivas da cultura, história, na arte, religiões, no sexo, abusos, relacionamentos, escolhas, formas, cores. O consciente e inconsciente. Fundamentos e linguagem. Estudar o comportamento através de contos.

Me diga: o olhar por si só, sem argumentos e pré – alguma coisa, constrói ou é construído?

“Corremos todos os dias. Desviamos olhares. Focamos e desviamos novamente. Nos tornamos repetitivos até demais! Cogitamos, blefamos. Fugimos – ou tentamos fugir. Mas não adianta apelar para a racionalidade na hora de determinadas situações. Quando enfrentamos situações de perigo reconhecidas por qualquer sentido, a reação involuntária do corpo é tentar nos proteger daquilo que pode fazer mal. É racional.

Colocaram a gente aqui. E nós aceitamos, sem mesmo saber o que aceitamos. Nos conformamos. Dizemos que ter opiniões próprias, mas estas particularidades estão permeadas de influências.

Mas é uma conformidade adquirida, e não construída. Tornou-se rotina. Ser conformado é querer ser aceito. O conformismo virou preceito. A sociedade construiu, junta, conformismos aceitáveis. Ilusões aceitáveis. Padrões.”

 


 

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Capa do e-book: Ana Andreiolo.
Diagramação e web: Tiago Martins.
Revisão: Agência Errata, Priscila Domingues.
Prefácio: Gabriel Dias.

CRÉDITOS TEASER:
Link direto Youtube
Filme: Lovely Art Studio.
Criação, direção e roteiro: Arthur Barbosa.
Videomakers: Rafa Marques e Thiago Rodrigues.
Estúdio: Fotógrafo Jean Yoshii, Teresópolis/RJ.
Novas fotografias retrato (nas mídias): Álvaro Carvalho.

 

Se ainda não conhece minha autobiografia, seguem aí alguns links:

Texto no blog sobre #sorriaolivro | Vídeos Teasers no Youtube

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